sexta-feira, 17 de agosto de 2007

a última coisa que eu queria era me aborrecer com motorista de ônibus

Você sabe como entrar com uma ação de danos morais contra um motorista de ônibus? Se você sabe, me fale. Outro dia, a caminho da UFRPE, apanhei o AV. NORTE MACAXEIRA. Mas antes, havia passado no posto de carregamento do passe-fácil, o cartão de passagem de transporte coletivo da Prefeitura do Recife. Penso que o problema já começa daí. Primeiro que a matéria-prima utilizada para a fabricação desses cartões não é lá essas coisas. Não sei ao certo se o problema está nas máquinas dispostas nos veículos ou no próprio cartão. Só sei que o meu passe fácil não foi “aceito” no veículo de número 245 da linha do SEI (o azulzinho). Certo que eu não teria nada a ver com isso, sentei-me na frente. Porém, o motorista, com sua falta de educação e despreparo para a sua atividade exercida — motorista — exigiu que eu descesse do ônibus.

Problemas como esses são comuns no Grande Recife. Se o problema não for quanto ao próprio acesso via cartão de passagem, seja do estudante ou do trabalhador, pode ter certeza que você vai acabar se esbarrando com o da falta de respeito com o cidadão que vive na região metropolitana e precisa dos transportes públicos para se locomover na cidade. Um exemplo disso é quanto à linha “opcional” AEROPORTO. O valor da passagem é de 2 reais, mas nos veículos, ainda não foram instaladas as maquininhas para a utilização dos cartões de passagem (nada mais intencional de parte das empresas, que detém concessão pública, que quer dizer que podem sim sofrer com a perda das atividades com o transporte público se apresentarem muitas irregularidades e se forem denunciadas pelos cidadãos aos órgãos reguladores). Eu, num dia de pressa, tive que apanhá-lo, contando que ia poder usar meu passe fácil. Porém, não havia a máquina. Então entrei, sentei-me e esperei o cobrador vir cobrar a passagem. Quando ele pediu o pagamento, eu apresentei a carteira de estudante e disse que ia pagar apenas 1 real pela viagem. Ele falou que não, que naquele veículo não havia máquina e que por isso eu não poderia pagar metade do valor da passagem. — E eu com isso? Perguntei a ele. Sou estudante e tenho direitos. Que direito que nada. A falta de respeito vai muito além daquilo que acreditados que sejam direitos.

Acabei pagando o valor inteiro. E a minha carteira de estudante? Se você pensou em lixo, ficaram mesmo sendo a mesma coisa nesse dia.

2 comentários:

Anônimo disse...

Coitado do meu amor... Vou te dar um carro para vc nao passar mais por isso amor!! kkkkk

Rachel Motta disse...

oi, Flaviano
é falta de educação e cidadania do pessoal...
bjs