Quem já teve o desprazer de tomar um ônibus do bairro de Boa Viagem, Recife, no domingo final da tarde, para os arredores da Av. Agamenon Magalhães? Pois é. É sempre um problema quando o transporte coletivo sai da Conselheiro Aguiar e pega a Av. Antônio de Góes que dá acesso a Ponte Agamenon Magalhães. Hoje, tomei o CDU/CAXANGÀ/BOA VIAGEM, e como sempre, vários delinqüentes invadiram o ônibus. O que não seria diferente se eu tivesse tomado o PE 15 – BOA VIAGEM. Mas o exemplo de hoje vai servir de alerta.
O motorista parou no segundo ponto. Assim que percebeu que os “jovens bêbados” entrariam no transporte a todo custo, decidiu não abrir a traseira. Mesmo assim, forçaram a porta e conseguiram entrar na maior baderna. No domingo passado, havia um fiscal da EMTU, o que não adiantou de nada. O que falta é segurança pública.
Todo domingo é a mesma coisa. Hoje mais de 15 delinqüentes conseguiram entrar no coletivo. Batendo no ônibus, ameaçando o cobrador e o motorista. Quem de nós poderia intervir? Cadê a segurança pública numa avenida tão movimentada no final de semana, principalmente no domingo, no período de fim de praia? O grito de guerra, embalado num funck, que se podia perceber que era de autoria dos jovens, dizia que a “turma” era o “terror da Caxangá”, nome de bairro da zona norte do Recife.
Sinceramente, já decidi nunca mais apanhar um ônibus nesse período do dia e no domingo. Já que a Prefeitura do Recife tornou tradição a meia passagem nos domingos para que as pessoas usassem mais os transportes coletivos, podia dobrar o número de viaturas e policiais militares nas ruas e nos pontos mais críticos de movimentação da grande massa. Os donos de empresas de transportes também podiam zelar pela vida de seus funcionários intervindo nessa situação. Porém, enquanto não há solução para tal problema, minha sugestão é uma ordem: evite os ônibus que saem de Boa Viagem no final da tarde do domingo.
domingo, 21 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
museu de grandes novidades
há um museu de grandes novidades. ares de prostituição infantil no campo. e não se sabe para onde vai o agronegócio online. da venda de vaginas e prazeres-homo virtuais. há um museu da má distribuição de renda. das reformas lentas. da dona benta que não existe mais. que solidariedade? que cooperativismo que nada. anda o mundo com os olhos cheios de capitalismo. e o campo não é santo. tem batismo católico e prática universal do reino do deus. seus filhos estão crescendo. cheios de novidades e grandes museus promovendo o funcionalismo. e funciona? funciona. funciona. olha ao redor a agricultura maciça desmatando tudo. e depois, quem sabe, a tropa de elite possa derrubar as barragens e inundar municípios inteiros para desviar os olhos dos espertos.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
“esse foi o melhor filme brasileiro”
Eu fui assistir o Tropa de Elite no cinema em seu dia de estréia. Desculpe-me Monsieur S., eu sei que esta coluna é de Televisão, mas é que a corrupção da polícia militar é um problema de saúde pública. Não sei se foi ironia ou mesmo porque realmente estejamos necessitando de ajuda divina, mas o filme estreou no dia da padroeira do Brasil. Será que é a ela que devemos recorrer diante da situação mostrada no filme? Na saída da sala, depois da sessão terminar, um dos expectadores pelos corredores disse que “esse foi o melhor filme brasileiro”.
Mas antes disso, bem antes, bem no início, muita gente reclamou do tanto de propaganda das empresas que acreditaram no trabalho. Bem, parece que as pessoas esquecem que tudo no mundo precisa de dinheiro para funcionar, e com o cinema não é diferente. O Brasil tem produzido muitos filmes e isso não é porque apenas as cabeças “mudaram”, mas também porque há investimento para que isso aconteça.
Seria muita falta de originalidade se eu começasse a repetir o que todo mundo que está escrevendo sobre esse filme diz: “é um absurdo a corrupção da polícia militar”. Mas, na verdade, é que não tem como você não se indignar. O que o brasileiro pode fazer diante de uma denúncia desse gênero?, fiquei pensando. Não sabemos de nenhuma verdade e disso eu já sabia há muito tempo. A questão é que não é somente de verdades que precisamos, mas de intervenção.
Será que as pessoas se tocaram da urgência de intervenção da sociedade civil nessa situação? E não estou falando de passeatas “brancas” ou movimentos de paz. Estou falando de intervenção de verdade. Caso isso não aconteça, acho que o maior problema vai continuar sendo esse de restringir a situação real a uma mera opinião ficcional de que “esse foi o melhor filme brasileiro”.
Mas antes disso, bem antes, bem no início, muita gente reclamou do tanto de propaganda das empresas que acreditaram no trabalho. Bem, parece que as pessoas esquecem que tudo no mundo precisa de dinheiro para funcionar, e com o cinema não é diferente. O Brasil tem produzido muitos filmes e isso não é porque apenas as cabeças “mudaram”, mas também porque há investimento para que isso aconteça.
Seria muita falta de originalidade se eu começasse a repetir o que todo mundo que está escrevendo sobre esse filme diz: “é um absurdo a corrupção da polícia militar”. Mas, na verdade, é que não tem como você não se indignar. O que o brasileiro pode fazer diante de uma denúncia desse gênero?, fiquei pensando. Não sabemos de nenhuma verdade e disso eu já sabia há muito tempo. A questão é que não é somente de verdades que precisamos, mas de intervenção.
Será que as pessoas se tocaram da urgência de intervenção da sociedade civil nessa situação? E não estou falando de passeatas “brancas” ou movimentos de paz. Estou falando de intervenção de verdade. Caso isso não aconteça, acho que o maior problema vai continuar sendo esse de restringir a situação real a uma mera opinião ficcional de que “esse foi o melhor filme brasileiro”.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
lançamento do livro escritos de asfalto
Esse é um grande momento, do lançamento do livro escritos de asfalto de minha autoria. Tudo aconteceu a partir do blogger. Mas os textos já surgem há muito tempo. Escrevo desde criança e tenho muita coisa elaborada. São contos, poemas e prosas. Alguns romances. Nesse momento que se estabelece, venho preparando uma publicação bem ao meu estilo. São prosas, contos e poemas chamado "escritos de asfalto". Todos podem adquirir antecipadamente o livro como forma de garantir que seja realmente publicado.
A venda está sendo feita por meio de depósito bancário e em troca o comprador recebe um VALE-LIVRO que garante o exemplar para o dia que for lançado (em dezembro de 2007).
Ajudem-me a realizar este grande sonho!!
abraço a todos!
A venda está sendo feita por meio de depósito bancário e em troca o comprador recebe um VALE-LIVRO que garante o exemplar para o dia que for lançado (em dezembro de 2007).
Ajudem-me a realizar este grande sonho!!
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